Maternamos completa um ano de vida! | Maternamos
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Maternamos completa um ano de vida!

Neste mês de novembro de 2016 o Maternamos faz um ano de vida e eu quero compartilhar com você um pouco da nossa história! Um ano de empreendedorismo digital, um ano falando de maternidade, amor e respeito, um ano que eu decidi fazer algo que amo de verdade. É uma coisa muito louca e transformadora, se você quer saber!!! Muito intenso mesmo. Parece que faz muito mais do que um ano, quando eu penso em tantos aprendizados e em tantas pessoas interessantes que eu conheci e na intensa troca de energia e informação que vem acontecendo.

Mas para falar sobre a história do Maternamos eu preciso te contar a história de uma amizade. Resumindo: quando eu tinha uns 17 anos eu conheci uma menina chamada Fernanda, no ônibus, a caminho do cursinho, quando nós duas ainda morávamos em São Paulo. Sinceramente não fui com a cara dela no começo, mas posso dizer que ela se tornou a minha grande amiga e parceira. Alma gêmea mesmo. Mas como eu prometi que ia resumir, vou acelerar um pouco no tempo, e contar que em 2006 ela foi morar na Austrália com o marido, e que mantivemos contato via email. Chegamos a viajar juntas para a Espanha, mas eu nunca cheguei a ir para a Austrália (ainda). Mas eis que inventaram o Whatsapp e a possibilidade de gravar milhares de mensagens por dia, e passamos a nos comunicar quase em tempo real, apesar da diferença de fuso horário maior de 12 horas.

Eu acredito muito no poder do Universo nos levar para o lugar onde devemos estar, e foi justamente na época do meu puerpério que a nossa amizade ficou mais viva do que nunca. Ela estava vivendo uma fase muito intensa, tinha estudado muito para virar coach, depois de muitos anos ralando como garçonete e gerente de restaurante. Como quem não quer nada, a Fê começou a me mostrar o novo mundo dela. Era um mundo gigante e complexo, cheio de nomes que eu nunca tinha escutado. Nomes que falam de desenvolvimento pessoal, falam de empreendedorismo digital, de marketing de conteúdo.

E um a um, foram fazendo sentido para mim conforme eu acompanhava postagens, assistia vídeos, observava e aprendia. Virei fã de Marie Forleo, Tonny Robbins, Erico Rocha, Brene Brown, Simon Sinek, Paula Abreu, e mais recentemente, do meu querido professor Michael Oliveira, e da fofíssima Ariana Schlosser. E não só de celebridades terrenas eu converso com a Fê, nós acreditamos muito em Deus, falamos muito sobre Ele, e acreditamos que podemos ser uma ferramenta divina e que estamos todos conectados.

Não foi difícil me encantar e me entregar a este mundo que prometia que eu podia sim, viver de algo que eu amasse. Eu podia, pela primeira vez, acreditar em algo mais delicioso do que a mera sobrevivência: eu podia acreditar que eu tinha uma mensagem, um propósito.

E eu senti que o meu propósito era falar de amor. Por mais estranho que parecesse, eu queria falar sobre o poder do amor de mãe (e pai) para transformar o mundo, queria falar que as crianças precisam saber que são amadas, eu queria falar sobre respeito nas relações. Com a minha amiga me puxando pela mão, tudo foi ficando mais palpável, e atropeladamente, o Maternamos começou a sair do papel. Meu filho Júlio tinha então apenas 8 meses.

Sem conhecimento de ferramenta alguma, o Maternamos nasceu sob a forma de blog posts, falando do assunto que mais me desafiava na época: a introdução alimentar do Júlio. Eu estava fazendo BLW mas estava apanhando muito porque não sabia lidar com o ritmo do meu filho, que foi comer “tarde” demais para os parâmetros que eu tinha. Na loucura de me informar, decidi que poderia compartilhar tudo que estava aprendendo com outras mães, e rapidamente percebi que não estava falando sozinha.

Tinha muita gente querendo saber sobre o assunto. Tinha muita gente precisando de ajuda, assim como eu.

Então, entre uma soneca e outra do meu filho, eu me esforçava para produzir conteúdo. Minha única promessa era sempre falar com o coração. Depois de 12 anos trabalhando como jornalista em redações de SP, eu estava morando em Maringá (PR), sem trabalhar, sem ganhar dinheiro, me sentindo muito sozinha no puerpério radical que escolhi. Imagine, mudar de cidade com um bebê de 2 meses nos braços. Mas escrever para outras mães aplacava muito a minha solidão.

Eu estava feliz, muito empolgada. Com pouco tempo disponível, criei o meu primeiro produto digital em abril de 2016. Gravava à noite, único horário que minha sogra podia cuidar do meu filho. Gravava somente a voz porque não queria mostrar meu aspecto sempre descabelado e desalinhado de um puerpério longo demais. Mas consegui, e tive a honra de compartilhar o que sei com mais de 60 mães até o momento.

Muitas mulheres entraram na minha vida com muita graça, gentis, lindas e unidas no grupo de Whatsapp que criei para as alunas do curso. Tudo foi muito rápido. Tenho aprendido sobre novas ferramentas, sobre tecnologia, sobre vídeos. Falei em público uma vez e já tenho a próxima palestra marcada. Não paro de aprender, não paro de criar. Estou muito feliz por perceber que não foi somente um sonho. O Maternamos é real, e falar de amor é possível.

Eu agradeço profundamente a todos que ajudaram a regar esta semente, lendo os posts, curtindo, comentando, compartilhando… A todas que me escrevem emails, que me contam das suas crias, das suas vidas e das suas angústias. A todas que confiam em mim. Eu sou muito grata! Grata pelos que me leem e assistem, grata por aqueles que eu entrevistei, as minhas parceiras de negócios, grata pelo meu filho, que é uma grande inspiração, pela minha amiga, professora que não pede nada em troca, e pelo meu marido, co-piloto nesta nave muito louca que tenho pilotado. E pelas minhas alunas tão especiais.

Tem muito mais Maternamos daqui para frente, se Deus quiser. Obrigada!

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