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Um arrependimento: não ter feito a Shantala

Um dos meus arrependimentos em relação aos primeiros meses de vida do meu bebê foi não ter feito a Shantala. Para quem nunca ouviu falar, a Shantala é uma massagem vinda da Índia que é feita em bebês e crianças. Nos primeiros meses, eu estava tão insegura, cansada e atrapalhada que acabei deixando a Shantala para outra hora. Quando decidi finalmente me informar e fazer, meu bebê já tinha mais de quatro meses e aí ficou meio complicado… ele não se adaptou e eu acabei desistindo!

Quem trouxe a Shantala para o Ocidente foi o Frederick Leboyer, autor francês que escreveu outros livros que eu AMO – o Nascer Sorrindo e o Se me Contassem o Parto. Eu comprei o livro dele sobre a Shantala, que é bem bacana e tem várias fotos ilustrativas. O método está bem explicado neste vídeo abaixo, que eu encontrei no You Tube.

Como o Leboyer explica, a Shantala pode ser feita depois que o bebê completa um mês de vida, e o ideal é fazer até o quarto mês de vida. É nesta época que a criança precisa mais deste acolhimento, enquanto se acostuma com a vida fora do útero. Mas a Shantala também pode ser aplicada em crianças maiores, tá gente?

Bom, meu bebê estranhou muito quando eu tirei a roupinha dele, passei óleo, comecei a massageá-lo (risos), ele ficou com uma carinha curiosa e ficou se mexendo todo, como se estivesse resistindo. Fiquei com a impressão de que ele não gostou. Acho que o ideal é acostumar o bebê quando ele ainda é mais quietinho, mais molinho e dorminhoco, sabe?

Mas se eu tiver mais um bebê eu certamente vou querer tentar de novo. Acho que os recém-nascidos precisam mesmo dessa ajudinha, desse afago para se acostumarem com o mundo aqui fora.

A principal diferença que identifiquei entre o livro e este vídeo é que o livro recomenda o contato entre a pele do bebê e as pernas da mãe, enquanto o vídeo sugere que seja colocada uma toalha entre os dois.

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